CORONAVÍRUS

DOENÇA PELO CORONAVÍRUS 2019 (COVID-19)


Infecção respiratória aguda causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, potencialmente grave, de elevada transmissibilidade e de distribuição global.

A infecção pode variar de casos assintomáticos e manifestações clínicas leves (40%), até quadros moderados (40%), graves (15%) e críticos (5%). Os sintomas mais comuns são tosse, dor de garganta ou coriza, seguido ou não de anosmia (perda de olfato), ageusia (perda de paladar), diarreia, dor abdominal, febre, calafrios, mialgia, fadiga e/ou cefaleia. Casos graves podem apresentar além dos sintomas anteriores, dispneia (falta de ar), desconforto respiratório, saturação de O2 (quantidade de oxigênio disponível no sangue) menor que 95% em ar ambiente e casos críticos podem desenvolver insuficiência respiratória, sepse, falência de múltiplos órgãos, dentre outros.

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Definição de caso suspeito

Caso suspeito de Síndrome Gripal pelo Coronavírus 2019:

Indivíduo com quadro respiratório agudo, caracterizado por pelo menos dois (2) dos seguintes sinais e sintomas:

  • febre (mesmo que referida);
  • Calafrios;
  • Dor de garganta;
  • Dor de cabeça;
  • Tosse;
  • Coriza;
  • Distúrbios olfativos ou distúrbios gustativos.

Sintomas gastrointestinais (diarreia) também podem estar presentes. Em crianças além dos itens anteriores, considera-se também obstrução nasal, na ausência de outro diagnóstico específico e em idosos deve-se considerar também critérios específicos de agravamento como síncope, confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e inapetência.

Modos de transmissão

De acordo com as evidências mais atuais, a maioria das infecções causadas pelo SARS-CoV-2 se espalha por contato próximo (menos de 1 metro), principalmente por meio de gotículas respiratórias. Entretanto, outras formas de transmissão incluem:

  • Contato direto com uma pessoa infectada (por exemplo, durante um aperto de mão seguido do toque nos olhos, nariz ou boca);
  •  Por meio dos aerossóis, mesmo em distâncias superiores a 1 metro em circunstâncias especiais como presença em espaços fechados, exposição prolongada a partículas respiratórias em suspensão (geradas ao gritar, cantar, fazer exercícios, por exemplo), realização de alguns procedimentos médicos em vias aéreas etc;
  • É possível que as pessoas sejam infectadas pelo contato com superfícies ou objetos contaminados (fômites), mas o risco é geralmente considerado baixo (https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/more/science-and-research/surface-transmission.html).

Situação do Brasil

Como prevenir o contágio

  1. Lave cuidadosamente as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos, com muita frequência. Na falta, friccione-as com álcool em gel em concentrações ≥ 60% até 70%. 

  2. Evite tocar olhos, nariz e boca.

  3. Cubra o nariz e boca ao espirrar ou tossir (etiqueta respiratória). Utilizar o cotovelo para conter o espirro ou, ainda, um lenço de papel para evitar contaminação das mãos e de outras áreas, descartando-o logo em seguida. 

  4. Evite contato físico desnecessário. Pelo menos neste período, de muitas incertezas, adotar cumprimentos sem o contato das mãos e evitar beijos e abraços.

  5. Tenha precaução com objetos possivelmente contaminados (corrimãos, maçanetas, celulares, interruptores, torneiras, carrinhos de supermercado) e não compartilhe objetos de uso pessoal.

  6. Limpe e desinfete objetos e superfícies tocados com frequência, utilize preferencialmente álcool 70%.

  7. Evite aglomerações e ambientes sem ventilação adequada.

  8. Evite contato próximo com pessoas doentes, ou com sinais ou sintomas respiratórios.

Vídeos

Minuto Saúde - Prevenção coronavírus

Ministério da Saúde

Minuto Saúde - Etiquetas de higiene

Ministério da Saúde

Higiene das Mãos

OPAS/OMS

Cuidados no transporte público

NTU Brasil

Higiene das Mãos

Instituto Nacional do Câncer

Aprenda a maneira correta de lavar as mãos

Ministério da Saúde

Uso de máscaras de tecido

Ministério da Saúde

Medidas de higiene respiratória nos ambientes laborais e de estudos

  • Utilização de lenços descartáveis nos diversos locais de trabalho e estudo, para assoar o nariz ou tossir sem espalhar gotículas com vírus.

  • Caso não disponha de lenços descartáveis, ao tossir ou espirrar, cubra a boca e o nariz com o antebraço. E lave o braço assim que possível.

  • Lixeiras com tampa precisam estar disponíveis, principalmente em locais sanitários, de realização de refeições, dentre outros.

  • Se estiver doente ou apresentar febre e sintomas respiratórios, comunique à gestão de trabalho ou responsáveis acadêmicos da necessidade de se ausentar das atividades para cuidar-se, evitando assim a transmissão de doenças para outras pessoas, inclusive colegas.

  • Utilize com frequência álcool-gel disponível em dispensadores instalados em locais visíveis.

  • Recomenda-se afixar cartazes e disponibilizar materiais informativos nos ambientes e sistemas informatizados, como pôsteres que promovam a lavagem das mãos, uma boa medida para os gestores e coordenadores adotarem. Combine essa ação com outras de comunicação sobre higiene manual e atitudes saudáveis na Universidade.

Outras orientações

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